A insignificância pertubada pelo silêncio exuberante do surdo-atento. Ah, posso ser também a batida mais gritada do gringo sujo. Que pena não poder compartilhar de meus sentimentos mais coloridos. Sou a sonoridade perdida na distorção improvisada. Sou a última alma restaurada. Sou quem eleva o ego de Stanley Kubrick, Chico Buarque, Clarice Lispector e Arthur Conan Doyle. Sou o heavy metal sentado no banco da praça... Sou, sou, sou tudo que não sou.
Nenhum comentário:
Postar um comentário